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Política de Privacidade

Última atualização: 26 de agosto de 2026

Esta Política explica o que o VOUFi faz com dados — os seus, como profissional de saúde, e os dos seus pacientes. Ela vale para o site voufi.com, para o aplicativo e para a extensão do navegador Chrome que integra o VOUFi ao e-SUS PEC e ao AGHU (EBSERH), e integra os Termos de Uso. Cada seção responde a uma pergunta prática: que dado é esse, por que ele existe, quem mais o vê, quanto tempo fica guardado e o que você pode fazer a respeito. Onde uma regra vem da lei, dizemos qual — a Lei nº 13.709/2018 (LGPD), a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), as resoluções da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e as normas do Conselho Federal de Medicina. Preferimos ser específicos a ser tranquilizadores: se algo é uma limitação, ela está escrita aqui.

1. Quem somos e quem responde pelo quê

O VOUFi é operado por LUPOROS HEALTHTECH LTDA, CNPJ 65.769.842/0001-58, com endereço na Rua Juazeirinho, nº 6, QD B28 LT 6, Novo Aleixo, Manaus/AM, CEP 69098-194. A LGPD distingue dois papéis: o controlador decide sobre o tratamento e responde por ele; o operador trata os dados em nome do controlador (art. 5º, VI e VII). No VOUFi esses papéis mudam conforme o dado. Nos dados da sua conta, o VOUFi é controlador. Nos dados clínicos dos pacientes que você registra na plataforma, o VOUFi é operador — quem decide é você, ou o serviço de saúde a que você está vinculado. E nos dados importados de prontuários públicos pela extensão, o controle permanece com o órgão de origem: no e-SUS APS, em controladoria conjunta entre o Ministério da Saúde e o município ou estado; no AGHU, com a EBSERH e a unidade hospitalar — o que não quer dizer que você precise de autorização para trabalhar: para importar os pacientes que você mesmo atende não é exigida autorização institucional específica, como explicado na seção 9. Como operador, o VOUFi assume os deveres do art. 39 da LGPD: trata os dados clínicos somente para as finalidades descritas nesta Política, sob confidencialidade, sem uso próprio, e dá suporte ao controlador no atendimento aos titulares. Na prática o desenho de papéis significa que, quando um paciente pede acesso ou exclusão dos dados dele, quem responde é o controlador — e nós damos suporte técnico a você para isso.

2. Encarregado pela proteção de dados

O encarregado é o canal entre você, os titulares dos dados e a ANPD (art. 5º, VIII, e art. 41 da LGPD, regulamentados pela Resolução CD/ANPD nº 18/2024). Você pode contatá-lo pelo e-mail privacidade@voufi.com. Pedidos de titulares, dúvidas sobre esta Política, comunicação de incidentes e reclamações chegam por esse endereço e são tratados nos prazos da seção 17.

3. Dados da sua conta de profissional

Coletamos nome, e-mail, telefone, profissão, formação, universidade, ano de formatura, especialidade e registro profissional. Guardamos também as configurações do seu receituário — nome, registro e endereço do emissor — e as imagens que você optar por enviar: o logotipo do receituário e o logotipo ou a imagem de rodapé das folhas de orientação, esta última usada por muitos profissionais como assinatura. Se você assina um plano pago, guardamos identificadores da assinatura (cliente e assinatura na Stripe, ciclo e status). Não guardamos números de cartão: eles são coletados diretamente pela Stripe e nunca passam pelos nossos servidores.

4. Dados dos seus pacientes

Esta é a parte sensível, e vale detalhar. Conforme o que você registra ou importa, o VOUFi guarda: identificação (nome, CPF, CNS, data de nascimento, sexo, nome da mãe, endereço e unidade de saúde); dados clínicos (anamnese e seu histórico de versões, sinais vitais e antropometria, hipóteses e códigos CID-10 e CIAP-2, prescrições com posologia, solicitações de exame, encaminhamentos, atestados e orientações); anexos que você envia (exames, laudos e imagens), incluindo o texto extraído deles por IA quando você pede a leitura do documento; a transcrição das consultas gravadas; e as conversas que você mantém com o assistente de IA sobre o caso. Tudo isso é dado pessoal sensível referente à saúde, nos termos do art. 5º, II, da LGPD, e é tratado com essa qualificação. Quando o paciente é criança ou adolescente, o tratamento observa também o art. 14 da LGPD e o seu melhor interesse — o registro é feito por você, profissional, no contexto da tutela da saúde, e o consentimento para a gravação é dado por quem o representa legalmente. A conta de usuário do VOUFi, por sua vez, é restrita a maiores de 18 anos.

5. Dados técnicos e registros de segurança

Para operar e proteger o serviço, registramos eventos de autenticação (e-mail usado, endereço IP, navegador e resultado da tentativa), erros da aplicação (mensagem, rota e navegador) e o consumo dos recursos de IA (função, modelo, tokens e duração), usado para medir custo e aplicar os limites do seu plano. Os registros de acesso à aplicação são guardados, sob sigilo, pelo prazo mínimo de 6 meses exigido pelo art. 15 da Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet). Esses registros são acessíveis apenas à administração do VOUFi. Não usamos ferramentas de analytics de terceiros, não há rastreadores de publicidade no aplicativo e não fazemos perfilamento comportamental.

6. Com que base legal tratamos dados de saúde

Dado de saúde não pode ser tratado com as mesmas bases de um dado comum: ele depende do art. 11 da LGPD. O tratamento dos dados de pacientes se apoia no art. 11, II, "f" — tutela da saúde, exclusivamente em procedimento realizado por profissionais de saúde — somado ao dever legal de guarda de prontuário. É importante entender o alcance dessa base: ela cobre o atendimento e a sua documentação, e nada além disso. Por isso somos explícitos: não usamos dados clínicos de pacientes para melhorar o produto, para treinar modelos, para gerar estatísticas comerciais ou para qualquer finalidade de marketing. O art. 11, §4º, da LGPD veda o compartilhamento de dados de saúde entre controladores com o objetivo de obter vantagem econômica, e nós não o fazemos — nem venderíamos essa base. Já os dados da sua conta se apoiam na execução do contrato (art. 7º, V), no cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II — por exemplo, obrigações fiscais e a guarda de registros do Marco Civil) e, para segurança e prevenção a fraude, no legítimo interesse (art. 7º, IX), sempre nos limites do art. 10.

7. Gravação e transcrição da consulta

A gravação é o tratamento mais sensível do produto e por isso tem regras próprias. Quem consente é o paciente, não você: informe-o, obtenha o consentimento antes de iniciar e registre-o no prontuário (art. 11, I, da LGPD e art. 73 do Código de Ética Médica). A gravação nunca é obrigatória e a recusa não pode prejudicar o atendimento — a anamnese pode ser digitada normalmente. Note ainda que a voz é dado biométrico, o que reforça o cuidado. Quanto ao percurso do áudio: o arquivo é enviado ao nosso armazenamento, transcrito e, concluída a transcrição, apagado imediatamente; se a transcrição falhar, ele fica disponível por até 24 horas para nova tentativa e depois é apagado por rotina automática. Nas gravações feitas dentro do prontuário pela extensão, o áudio é apagado quando você finaliza o atendimento e, se o atendimento for abandonado, em até 48 horas. E se você usar o celular como microfone, as fatias de áudio que trafegam entre o telefone e o computador são apagadas assim que a gravação termina e, em qualquer caso, em até 6 horas. O que permanece é o texto. Uma ressalva honesta: a prévia que aparece na tela enquanto você grava usa o reconhecimento de fala do próprio navegador — no Chrome, isso significa que o áudio do microfone é enviado aos servidores de reconhecimento de fala do Google, fora do nosso servidor e independentemente dos demais recursos de IA. Se você não quiser essa prévia, é possível gravar sem ela.

8. Inteligência artificial: o que ela faz e o que ela não faz

Os recursos de IA — transcrição, geração de anamnese, análise clínica, leitura de anexos e o chat sobre o caso — são processados pelos modelos Gemini, do Google, acionados pelos nossos servidores com chave própria. Enviamos apenas o conteúdo necessário a cada pedido: o áudio, no caso da transcrição; o arquivo, no caso da leitura de um exame; o texto clínico e os dados do paciente, nas análises. Nada disso é usado para treinar modelos. A IA é apoio à decisão sob supervisão humana: ela sugere, você decide. Nenhuma sugestão vira prontuário, receita ou documento sem a sua revisão e validação, de modo que não há decisão tomada unicamente por meio automatizado nos termos do art. 20 da LGPD — e, se ainda assim você ou o paciente quiserem entender os critérios de uma saída da IA, pergunte pelo canal da seção 20. A Resolução CFM nº 2.454/2026, em vigor desde 26 de agosto de 2026, acrescenta deveres que são seus: registrar no prontuário o uso de IA como apoio à decisão (art. 4º, V) e informar o paciente quando esse apoio for relevante (art. 5º, §1º) — e reafirma que a decisão clínica é sempre humana. Como toda ferramenta baseada em modelos de linguagem, a IA pode errar; revise sempre.

9. A extensão do Chrome e a integração com o e-SUS PEC e o AGHU

A extensão lê os pacientes exibidos na Lista de Atendimentos do e-SUS PEC e na Lista de Pacientes do Ambulatório do AGHU — na sessão que você já autenticou no prontuário — e cria o atendimento correspondente na sua conta VOUFi, evitando a redigitação. Do PEC ela lê nome, CPF, CNS, data de nascimento, sexo, nome da mãe e os sinais vitais da consulta; do AGHU, nome, idade e número de prontuário. Os dados vão do seu navegador direto para os servidores do VOUFi. Sobre permissões, vale a transparência: por exigência técnica a extensão é instalada com permissão para atuar em páginas HTTPS em geral, porque cada município batiza o endereço do seu PEC como quer e não existe um domínio fixo para declarar. Ela se limita sozinha: um script de detecção confirma a assinatura pública do e-SUS PEC (título e cor de tema distribuídos pelo Ministério da Saúde, mais uma consulta sem credenciais ao endereço /api/graphql do mesmo servidor) e, se a página não for o PEC, o AGHU ou o voufi.com, a extensão descarta o que houver lido e não age. Nada sai do seu dispositivo nesse caminho. Quando o PEC do município é servido pela rede interna, sem HTTPS, a extensão não age por conta própria: avisa no painel e só passa a funcionar naquele endereço depois que você autoriza expressamente aquele servidor, uma vez, na janela do próprio Chrome — autorização revogável em chrome://extensions. A extensão nunca solicita, captura ou armazena as credenciais do prontuário. Fora uma exceção, ela se comunica apenas com os servidores do VOUFi: a prévia da transcrição ao vivo usa o reconhecimento de fala do próprio navegador, descrito na seção 7, e isso também vale quando você grava de dentro do PEC. Sobre autorização institucional: para importar os pacientes que você mesmo atende não é preciso autorização da instituição — esse tratamento se apoia na tutela da saúde por profissional de saúde e no seu dever de guarda de prontuário, que são atribuições suas. A autorização só é exigida em usos que vão além dos seus próprios atendimentos, conforme a cláusula 14 dos Termos de Uso.

10. O que a extensão guarda no seu computador

Para funcionar entre uma tela e outra, a extensão guarda dados no armazenamento local do seu navegador (chrome.storage.local), no seu dispositivo, sem enviá-los a terceiros: o token da sua sessão VOUFi; suas preferências; o cache dos seus modelos de exame e receita; e — este ponto merece destaque — dados clínicos em trânsito, como os dados do último paciente importado, o texto S/O/A/P e os códigos CID/CIAP aguardando lançamento no prontuário, e o vínculo entre nome do paciente e atendimento criado. Guarda também um registro técnico rotativo dos últimos eventos de rede e console das páginas do PEC, do AGHU e do VOUFi, usado para diagnóstico de erros. Como esse conteúdo fica no seu computador, trate o equipamento como parte do prontuário: use perfil de navegador pessoal, não compartilhe a sessão e desinstale a extensão em máquinas que deixar de usar.

11. Com quem compartilhamos dados

Não vendemos dados e não os compartilhamos para publicidade. O compartilhamento se limita a fornecedores necessários à operação, que atuam como suboperadores sob obrigação contratual de confidencialidade e proteção de dados, e a cada um vai só o dado necessário: Supabase / Lovable Cloud (banco de dados, autenticação e armazenamento dos arquivos); Google, por meio da API Gemini (processamento dos recursos de IA descritos na seção 8); Google, por meio do reconhecimento de fala do navegador (prévia da transcrição ao vivo, conforme a seção 7); Stripe, com intermediação do gateway da Lovable (pagamento de planos — recebe seu e-mail e um identificador interno, nunca dados de paciente); Resend (envio do código de verificação por e-mail no cadastro); e DuckDuckGo, quando você usa a busca na web dentro do assistente clínico — nesse caso, os termos de busca formulados a partir da conversa saem para o buscador, motivo pelo qual convém não usar esse recurso com dados identificáveis. Há ainda um caso que não é compartilhamento de dado, mas convém declarar: o recurso de digitalizar documentos pela câmera carrega uma biblioteca de visão computacional a partir de um CDN público (docs.opencv.org e cdn.jsdelivr.net); o processamento da imagem acontece no seu navegador e nenhuma imagem é enviada a esses endereços. Também podemos compartilhar dados para cumprir obrigação legal, regulatória ou ordem de autoridade competente, limitando-nos ao estritamente exigido.

12. Conexão do VOUFi a assistentes de IA externos

O VOUFi publica um endereço de integração no padrão MCP (Model Context Protocol), protegido por autorização, que permite a você conectar a sua conta a um assistente de IA de terceiro. Se você fizer essa conexão, o assistente autorizado passa a poder consultar dados da sua conta — inclusive a lista das suas consultas recentes, com o nome dos pacientes. Essa conexão é opcional, parte de uma ação sua e pode ser revogada por você. Enquanto ela estiver ativa, o tratamento feito por esse assistente é regido pela política de quem o fornece, não por esta, e a responsabilidade por essa escolha de compartilhamento é sua, como controlador — avalie antes de conectar um serviço a dados de pacientes.

13. Transferência internacional de dados

Os provedores de IA e de infraestrutura citados na seção 11 processam dados fora do Brasil, o que configura transferência internacional nos termos dos arts. 33 e 46 da LGPD, regulamentados pela Resolução CD/ANPD nº 19/2024 — amparada, conforme o provedor, em cláusulas contratuais padrão ou em garantias equivalentes previstas naquela Resolução. Os dados transferidos limitam-se ao conteúdo submetido ao recurso no momento do uso — não há espelhamento da sua base no exterior. Você tem um controle direto sobre isso: os recursos de IA são acionados por você, e as demais funcionalidades do VOUFi operam sem essa transferência. Se não quiser que as informações de um atendimento sejam submetidas a esses recursos, basta não utilizá-los naquele atendimento.

14. Segurança da informação

Adotamos medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados, na forma dos arts. 46 a 49 da LGPD. Todo o tráfego é criptografado em trânsito (HTTPS/TLS). O banco de dados usa políticas de segurança em nível de linha (Row Level Security): cada registro clínico é vinculado ao usuário que o criou, e a própria camada de dados recusa leituras de outra conta — não é uma verificação feita só na tela. Os arquivos de anexo e de áudio ficam em compartimentos privados, organizados por usuário, acessíveis apenas por links temporários gerados para você. Duas exceções, por serem elementos de identidade visual impressos nos documentos: o logotipo do receituário e as imagens das folhas de orientação (logotipo e rodapé — é neste último que costuma ir a assinatura) ficam em compartimentos de leitura pública, acessíveis por URL sem autenticação. Se preferir não expor essas imagens, não as cadastre. Nenhum sistema é inviolável; aplicamos o princípio do menor privilégio e revisamos o acesso continuamente.

15. Incidentes de segurança

Se ocorrer um incidente que possa acarretar risco ou dano relevante, comunicaremos a ANPD e os titulares afetados no prazo de 3 dias úteis, conforme os arts. 6º e 9º da Resolução CD/ANPD nº 15/2024, informando a natureza dos dados envolvidos, os riscos e as medidas adotadas. Por tratarmos dados sensíveis protegidos por sigilo profissional, praticamente todo incidente relevante aqui aciona esse dever. Quando o incidente atingir dados de pacientes, comunicaremos também você, controlador, para que cumpra os seus próprios deveres. Mantemos registro interno de todos os incidentes, inclusive os que não exigirem comunicação, pelo prazo mínimo de 5 anos.

16. Por quanto tempo guardamos cada coisa

Prazo único para tudo seria mais simples e menos verdadeiro; cada dado segue a regra que lhe cabe. O áudio da consulta sai assim que vira texto, ou em até 24 horas se a transcrição falhar. Os anexos importados de um atendimento no PEC que não chega a ser concluído são apagados em até 48 horas. O conteúdo que compõe prontuário — anamnese, transcrição, prescrições, documentos e anexos do atendimento — é guardado por no mínimo 20 anos a contar do último registro, prazo fixado pelo art. 6º da Lei nº 13.787/2018 e pelo art. 8º da Resolução CFM nº 1.821/2007; esse dever de guarda é do profissional e do serviço de saúde, e é por isso que o VOUFi não apaga esse conteúdo por conta própria. Se você pedir o encerramento da conta, porém, a exclusão é integral e definitiva — inclusive do conteúdo clínico: exporte antes o que precisar guardar, porque o dever legal continua sendo seu depois que a conta deixa de existir. Os registros de acesso ficam no mínimo 6 meses (art. 15 do Marco Civil da Internet); os registros de incidentes, 5 anos. Os demais dados da sua conta ficam enquanto ela existir. Encerrada a finalidade e vencido o prazo legal, os dados são eliminados (arts. 15 e 16 da LGPD).

17. Direitos do titular e como exercê-los

A LGPD garante ao titular, no art. 18: confirmação da existência de tratamento; acesso aos dados; correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados; anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade; portabilidade; eliminação dos dados tratados com base no consentimento; informação sobre com quem houve uso compartilhado; informação sobre a possibilidade de não consentir e as consequências disso; e revogação do consentimento. Soma-se o direito de solicitar a revisão de decisões automatizadas (art. 20) — embora, como explicado na seção 8, não haja no VOUFi decisão tomada unicamente por meio automatizado. O atendimento é gratuito (art. 18, §5º). Os prazos são os do art. 19: a confirmação e o acesso em formato simplificado são respondidos imediatamente, e a declaração completa em até 15 dias. Escreva para privacidade@voufi.com. Lembre-se do desenho de papéis da seção 1: se o pedido vier de um paciente, quem responde é o controlador — você ou o serviço de saúde — e nós fornecemos o suporte técnico necessário. Se quiser encerrar sua conta no VOUFi, peça pelo mesmo e-mail. A exclusão é definitiva e alcança também o conteúdo clínico, os anexos e as gravações — como explicado na seção 16, exporte antes o que o seu dever de guarda de prontuário exigir.

18. Painel de chamada de pacientes

Se você usa o chamador, o painel exibido na recepção é uma tela pública: ela mostra o nome dos pacientes chamados e é acessível por um link com token, sem login, para que qualquer computador ou TV da unidade possa exibi-la. Isso é necessário para a função existir, e traz duas consequências que você deve conhecer: quem tiver o link vê os nomes chamados, e por isso o link deve ser tratado como informação restrita da unidade. Você pode gerar um novo link a qualquer momento, o que invalida o anterior, e limpar a lista de chamadas pelo próprio painel.

19. Cookies e armazenamento local

Usamos cookies e armazenamento local estritamente necessários à autenticação e ao funcionamento do serviço, dispensados de consentimento por serem essenciais, conforme o Guia Orientativo de Cookies da ANPD. Não há cookies de publicidade nem compartilhamento com anunciantes. Uma exceção a declarar: se a sua unidade exibir vídeos do YouTube no painel da recepção, aquela tela carrega o reprodutor do YouTube, que é um componente do Google e define os próprios cookies no dispositivo que exibe o painel.

20. Alterações e contato

Esta Política pode ser atualizada; alterações relevantes serão comunicadas pelos canais do serviço, e a versão vigente estará sempre nesta página com a data da última revisão. Para dúvidas, pedidos de titular ou reclamações, escreva para privacidade@voufi.com. Correspondência: LUPOROS HEALTHTECH LTDA, CNPJ 65.769.842/0001-58, Rua Juazeirinho, nº 6, QD B28 LT 6, Novo Aleixo, Manaus/AM, CEP 69098-194. Você também pode peticionar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), inclusive para reclamar contra o controlador após demonstrar a apresentação de reclamação não solucionada (art. 18, §1º, da LGPD).

Veja também os Termos de Uso.

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